Especial
Introdução
O triste fim de Antônio Pedro Naves
Importância histórica justificava preservação
Antônio Pedro Naves é nome de rua
Uma herança embrulhada
Netos falam do avô
Agora é guerra!
A um passo da destruição
Ministério Público entra com recurso para rever sentença

Entrevistas
Osório Guimarães
Marcondes Nunes
Alaor Ribeiro
Sonia Fontoura
Régia Ferreira
Emmanuel Carapurnala
Idivaldo Odi Afonso

Política de preservação
Preservação do patrimônio garante recursos estaduais
Tombamento não compromete propriedade
Medidas alternativas ajudam na proteção
Iphan é o órgão nacional de proteção
Iepha cuida do patrimônio cultural de Minas
Legislação municipal assegura preservação da identidade

Patrimônio mundial
Diversidade cultural promove diálogo da paz
Conferências da Unesco são instrumentos de proteção
Cidade é documento histórico
Teste de autenticidade desafiou pensamento tradicional

Economia da contemplação

"Temos que voltar a interpretar"
Entrevista com o sociólogo Luís Sérgio Lopes


Reportagem publicada no Revelação (jornal-laboratório do curso de Comunicação Social da Universidade de Uberaba) n. 244, em 29 de abril de 2003


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(Reportagens relacionadas)

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Escombros da memória coletiva
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O enigma da conservação
Patrimônio histórico e cultural só tem sentido enquanto consciência crítica do presente

Casa da esquina assombrou imaginário popular
Filhas e vizinhos morrem de tuberculose. Mansão é demolida no início do século XX. Nunca mais foi construído nada no terreno desde então. Ninguém tem fotos da casa
(Menção Especial no Prêmio Estímulo à Cidadania / Expocom, 2002)


Edificação histórica é demolida
Na calada do domingo, casa localizada no entorno da Câmara Municipal foi destruída ilegalmente

O fracasso da cultura
As últimas semanas de 2002 foram catastróficas para a consciência histórica de Uberaba

# Informações gerais sobre o autor

andre.azevedo@uniube.br

 


Patrimônio de Uberaba
Antônio Pedro Naves é nome de rua
Mascate ilustre já recebeu homenagem clássica do poder público

André Azevedo
André Azevedo da Fonseca

Nosso malogrado personagem principal já recebeu aquela clássica homenagem póstuma do poder público, que um dia resolveu batizar uma rua com seu ilustre nome. A rua Antônio Pedro Naves, no centro da cidade, fica paralela com as ruas Jayme Bilharinho e José Furtado Nunes, e liga as ruas Governador Valadares e Afonso Rato, cruzando a avenida Leopoldino de Oliveira.

Em 1996, o então vereador Edivaldo Moreira dos Santos propôs uma lei que instituiria o "Calçadão do Camelô" na rua Antônio Pedro Naves. O "camelódromo" interromperia o tráfego no trecho que liga a Governador Valadares com a Leopoldino de Oliveira. Curiosamente, instalar pontos de vendedores ambulantes na rua batizada com o nome de um mascate seria até apropriado — visto de uma perspectiva histórica. Mas a lei foi vetada.

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